Por que doenças pós-injeção COVID estão sendo ignoradas em defesa da indústria farmacêutica?

Por que doenças pós-injeção COVID estão sendo ignoradas em defesa da indústria farmacêutica?

A medicina verdadeira começa onde existe dúvida. Mas e quando questionar se torna um tabu?

1. O chamado ao despertar

Na história da medicina, sempre houve momentos em que a ciência foi sequestrada por interesses econômicos. Vivemos hoje um desses capítulos sombrios. Enquanto muitos celebram a velocidade com que produtos de plataforma mRNA, erroneamente chamados de “vacinas COVID”, foram produzidos, um silêncio ensurdecedor paira sobre os efeitos adversos que surgem após sua aplicação. E esse silêncio, longe de ser científico, revela-se ideológico e comercial.

A verdadeira ciência começa onde há dúvida, mas hoje, questionar é quase um crime. É hora de atravessar o limiar da desinformação e iniciar essa jornada com coragem e lucidez.

2. A travessia pelo vale da verdade

Estudos como o publicado pela revista Vaccine (Elsevier, 2023) mostram um aumento significativo de eventos adversos pós-vacina, incluindo casos de miocardite, trombose e distúrbios autoimunes. Ainda assim, os sistemas oficiais de saúde subnotificam ou descredibilizam tais dados.

A VAERS (Vaccine Adverse Event Reporting System), base de dados de eventos adversos de vacinas dos EUA, registrou um salto de 700% em relatos “pós-vacina” COVID durante a última pandemia — mas os grandes veículos de comunicação silenciaram. Em 21/03/2025, o número de eventos adversos registrados era de 2.663.664 (fonte: https://openvaers.com/).

Essa negligência não é científica; é estratégica. A indústria farmacêutica, que lucrou mais de 1 trilhão de dólares com imunizantes, não está interessada em ética e transparência. Seu alvo é o lucro.

3. O antagonista: a indústria do lucro

Robert Kennedy Jr., atual Secretário de Saúde e Serviços Humanos (HHS) dos EUA, revela o motivo chocante pelo qual os fabricantes de vacinas são protegidos de responsabilidade.

Em 1986, após ser responsabilizada com ações judiciais sobre a vacina DTP (difteria, tétano e coqueluche), a farmacêutica Wyeth (hoje Pfizer) pressionou o presidente Ronald Reagan com um aviso: “Nos dê proteção legal ou pararemos de fabricar vacinas.”

O presidente Reagan questionou por que não podiam fabricar vacinas mais seguras. A Wyeth respondeu que não podiam porque as vacinas são “inevitavelmente inseguras”. Essa frase — “inevitavelmente inseguras” — foi registrada no preâmbulo do National Vaccine Injury Compensation Program (VICP), criado em 1986, quando o Congresso aprovou a lei que protege os fabricantes de ações judiciais por danos causados pelas vacinas.

Conforme relata o Dr. Peter McCullough, cardiologista dos EUA: “Qualquer um que diga que as vacinas são seguras e eficazes está ignorando o fato de que a própria indústria obteve imunidade de responsabilidade ao convencer o presidente e o Congresso de que as vacinas são inevitavelmente inseguras”.

O National Childhood Vaccine Injury Act (NCVIA) de 1986, assinado pelo presidente Reagan, criou o VICP com o objetivo de compensar pessoas prejudicadas por vacinas, ao mesmo tempo em que oferecia imunidade legal às empresas, garantindo a continuidade da produção.

O texto completo da lei pode ser acessado no site oficial dos National Institute of Health (NIH):
National Childhood Vaccine Injury Act de 1986 – HRSA

4. O mentor: a ciência livre

Diversos médicos ao redor do mundo, como os integrantes da Independent Medical Alliance, World Council for Health, Médicos Pela Verdade e Médicos pela Vida, têm rompido o silêncio. Suas vozes são perseguidas, censuradas e desmonetizadas, mas continuam ecoando em comunidades que desejam mais que um protocolo: desejam verdade.

A medicina verdadeira é a que previne, trata e cura — não a que lucra. A saúde precisa voltar a ser um processo de reconexão com a natureza, com o corpo e com a espiritualidade. Não pode ser um campo de experimentos controlado por cifras. O verdadeiro herói, hoje, é aquele que ousa questionar.

Cada vez mais, o embasamento desses médicos se torna evidente. Basta consultar a lista de eventos adversos contida nos dados que a Pfizer enviou à Food and Drug Administration (FDA) em seus ensaios clínicos como base para a licença da “vacina” contra a COVID-19.

Confira a “Lista de Eventos Adversos de Interesse Especial”, que elenca 1.291 efeitos adversos diferentes após a vacinação.

5. O conhecimento e a liberdade de escolha

Você tem o direito de saber. Tem o direito de perguntar. E, principalmente, o direito de escolher caminhos de cuidado que estejam alinhados com suas convicções e estilo de vida. É essencial proteger a relação médico-paciente das intervenções externas.

A medicina só será livre quando o médico tiver autonomia e o paciente puder ser protagonista de sua própria cura. Que esta seja a sua travessia: do medo ao discernimento.


FAQ – Perguntas Frequentes

1. Todas as vacinas causam efeitos adversos?
Sim. Conforme admitido na pág. 32 do documento “The 1986 Vaccine Injury Act” dos EUA, “vaccines come with unavoidable harms” — ou seja, “as vacinas trazem consigo danos inevitáveis”. O problema central está na falta de transparência e no silenciamento sistemático dos efeitos adversos, que ocorrem em número significativo segundo registros como o VAERS.

2. Questionar vacinas significa ser contra a ciência?
Pelo contrário. A essência da ciência é o questionamento. A ausência de debate e a censura de dados são atitudes anticientíficas.

3. Existe método preventivo confiável fora das vacinas?
Sim. A Medicina Integrativa oferece caminhos de prevenção e fortalecimento do sistema imunológico por meio de hábitos saudáveis, alimentação natural, espiritualidade e equilíbrio emocional, evitando os riscos da medicalização excessiva.

4. O que é o VAERS e por que seus dados importam?
O VAERS (Vaccine Adverse Event Reporting System) é um banco de dados oficial do governo dos EUA que registra eventos adversos associados a vacinas. Os dados são usados por pesquisadores e reguladores para monitorar a segurança das vacinas. No caso da COVID-19, os registros aumentaram drasticamente, levantando dúvidas sobre a subnotificação e o silêncio institucional.

5. Por que os fabricantes de vacinas têm imunidade legal?
Desde 1986, nos EUA, os fabricantes de vacinas foram protegidos por lei contra processos judiciais relacionados a efeitos colaterais. O National Childhood Vaccine Injury Act criou um fundo de compensação e garantiu imunidade às empresas, com base no argumento de que vacinas são “inevitavelmente inseguras”, mas necessárias para a saúde pública.


Referências